sábado, 22 de abril de 2023
terça-feira, 18 de abril de 2023
PROSSEGUIR
Escuta, alma querida!
As tragédias do mundo, longe ou perto,
São lâminas ao ar como açoites ao vento...
Lutas entre as nações e outras do sofrimento
Dentro do próprio lar,
Quais golpes a explodir;
Rugem conflitos, clamam desacertos,
Mas enquanto a violência se encastela,
A palavra da fé nos roga clara e bela:
“Trabalhar e esquecer, prosseguir, prosseguir...”
Perdes almas queridas pela estrada
Que se marginalizam sob a escolta
Da tristeza, da mágoa e da revolta,
Descrentes do porvir...
Quanto a ti, age, lida e continua...
O Tempo há de buscá-las no futuro
E a Lei já te alinhou sob o esquema a seguir:
“Trabalhar e esquecer, prosseguir, prosseguir...”
Não contes desenganos e pesares.
Consome qualquer dor na chama ardente
Da confiança em Deus que te mantém buscando a frente,
Para que possas
Compreender e elevar...
Mãos na gleba do amor!... Aprende a construir!...
E escutarás, então, de ânimo atento
A mensagem de Luz do próprio firmamento:
“Trabalhar e esquecer, prosseguir, prosseguir...”
DOLORES, Maria (Espírito). Dádivas de amor.
Psicog. Chico Xavier. 1. ed. Brasília: FEB: São Paulo, SP: IDEAL, 2022.
segunda-feira, 17 de abril de 2023
MENSAGEM DE MAIS ALTO
Ao Espírito Sábio que
encontrara
Nas Alturas Imensas,
Porque me perguntara
Se vinha para a Terra,
Dei a resposta,
afirmativamente,
E indaguei, reverente,
Se ele algo queria que eu
fizesse
Algum aviso, alguma prece,
Algum recado salvador...
Mas aquele Celeste Mensageiro
Fitou, ao longe, as paisagens
terrenas
Abraçou-me, fraterno e disse
apenas:
— Se vais de novo ao mundo,
Dize aos nossos irmãos
Para unirem as mãos
No serviço do bem.
Irmã Dolores, vai! Onde
encontres problemas,
Fala em Jesus e nada temas.
Onde escutes a voz que
amaldiçoa,
Pronuncia com Cristo a frase
que perdoa...
Dize aos nossos irmãos que o
ódio tudo atrasa,
Quando nos empenhamos à
melhora,
Impondo a nós, em nossa
própria casa,
Em formas diferentes,
Pela reencarnação,
Inimigos ousados e doentes,
Aos quais não desculpamos
noutras eras...
Recorda aos companheiros
ofendidos
Que mais vale chorar, com
feridas abertas
Que alardear poder ao pé dos agressores
Que passam sobre a Terra,
esmagando os vencidos
Nas estradas incertas,
Se alguém clama que sofre
Não vaciles dizer
Que mais vale aguentar e
padecer
Pedrada, provação, calúnia e
insulto,
Qualquer espécie de suplício
oculto
Que condenar alguém,
Porque a Justiça nasce Mais
Além
E tudo acertará, de segundo a
segundo,
Sem que ninguém precise
Aumentar no caminho as
tristezas do mundo...
Onde encontres o espinho da
amargura
Fala em trabalho, a força da
esperança,
Que olvida o lodo e fita,
além, na Altura,
A presença de Deus no Sol que
não descansa
E ampara a qualquer um sem se deter
no mal...
Vai, Dolores, e dize a toda
angústia humana,
Que a vida, além da morte,
brilha soberana,
Sempre justa e sublime,
amorosa e imortal.
Nisso, desci à Terra, entre os
amigos,
A fim de repetir, repleta de
alegria:
Alma irmã, prossigamos, dia a
dia,
Pela fé viva e ardente
caminhemos,
Procurando servir e
compreender
Como simples dever,
Porque nos Páramos Supremos,
Alguém nos vê, alguém nos fala
e vela,
Para que a nossa estrada
Venha a ser cada vez mais
brilhante e mais bela,
E que, um dia, por fim, a
nossa própria dor
Há de se converter em divina
alvorada,
Entre a bênção da Paz e a
grandeza do Amor.
DOLORES, Maria (Espírito). Maria Dolores. Psicografado por Chico Xavier. 1.
ed. Imp. pequenas tiragens. Brasília: FEB; São Paulo: IDEAL, 2022.
sábado, 15 de abril de 2023
EM DIA COM O
MACHADO 571:
DEUS ESPERA POR
NÓS... (Irmão Jó)
Alma querida, o médium psicógrafo da
obra do Espírito Honoré de Balzac
intitulada Cristo espera por ti, que recomendo, foi Waldo Vieira.
Li esse livro há algumas décadas e fiquei encantado com a beleza de sua
mensagem. Balzac, cujo nascimento foi em Tours, em 20 maio de 1799, e seu falecimento
ocorreu em Paris, em 18 de agosto de 1850, foi um grande romancista francês. Autor
de diversos livros, entretanto sua obra mais conhecida foi A comédia humana,
na qual em 89 romances e diversos contos, ele retrata a vida burguesa francesa
do século XIX e inaugura a escola literária realista. Balzac influenciou
escritores renomados como Charles Dickens, Fiódor Dostoiévski, Émile Zola e
Machado de Assis, entre outros grandes literatos.
Realmente, Cristo, cujo significado
é o Ungido, bem como o Messias, o Redentor, espera por
nós, assim como Deus, como lemos na última frase do capítulo 16 da obra Encontro
marcado, psicografada por Chico Xavier: “Sem dúvida, em lugar algum e em
tempo algum, nada conseguiremos, na essência, organizar, conduzir, instituir ou
fazer sem Deus; no entanto, em atividade alguma, não nos é lícito olvidar que
Deus igualmente espera por nós”.
Essa última frase está também na
obra Palavras de Luz, bela compilação de frases manuelinas de obras
psicografadas por Chico Xavier. Mas, como disse Jesus Cristo, “Ninguém vem ao
Pai a não ser por mim” (João, 14:6), ou seja, a não ser seguindo seus
ensinamentos e praticando a caridade para com todos, pois Ele é o tipo mais
perfeito que Deus nos concedeu, para nos servir de guia e modelo,
conforme lemos na questão 625 d’O Livro dos Espíritos de Allan Kardec.
Selecionei do site Pensador
algumas frases, que comento em seguida, como comprovação de que, assim como
esperamos por Cristo e por Deus, Eles esperam por nós:
1.
De
Balzac: “Toda a felicidade depende
de coragem e trabalho”. Foi isto mesmo que Jesus demonstrou aos judeus,
após ser criticado por curar num sábado, ao afirmar: “Meu Pai trabalha até
hoje, e eu trabalho também” (João, 5:17). A felicidade das almas
elevadas está no trabalho a serviço do próximo...
2. De Machado de
Assis: “Bem diz o Eclesiastes: ‘Algumas
vezes tem o homem domínio sobre outro homem para desgraça sua’. O melhor de
tudo, acrescento eu, é possuir-se a gente a si mesmo”. Mas Jesus convida: “Se
alguém quer vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz cada dia e
siga-me” (Lucas, 9:23).
3.
De Fiódor Dostoievsky: “O segredo da existência
humana reside não só em viver, mas também em saber para que se vive”. Como
também o Cristo espera por nós, eis que ele nos propõe: “Um novo mandamento vos
dou: que vos ameis tanto quanto eu vos amo”(João, 13:34).
4.
De Émile Zola: “Se você calar a verdade e
enterrá-la, ela ficará por lá. Mas
pode ter certeza que, um dia, ela germinará”.
Isto mesmo disse Jesus: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João,
8:32).
5.
De Charles Dickens: “Se alguém me ofender, procurarei elevar tão alto a
minha alma, de forma que a ofensa não consiga me alcançar!” E Jesus inda
incentiva, com esta frase sublime: “Amai os vossos inimigos, bendizei os que
vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos
perseguem” (Mateus, 5:38).
Esforcemo-nos, portanto, em ser
melhores a cada dia, esquecendo o mal e praticando o bem, alma amiga, pois
somente assim estaremos na condição de discípulos do Cristo, que nos espera.
Pois é seguindo os seus passos sublimes que iremos, com Ele, ao encontro de
Deus, que nos espera também.
quarta-feira, 12 de abril de 2023
PROVAÇÃO DE UM HOMEM
Na casa estilo antigo, austera e reservada,
Acontecera assalto revoltante.
Tudo fora ocorrência de um instante.
Caíra a noite espessa em garoa gelada
Um homem qual se fosse conhecido
Abrira facilmente um aporta de entrada,
Sem qualquer alarido,
E ganhara o interior,
Atirando no dono, um pobre professor,
A quem aparecera mascarado,
Furtando-lhe o dinheiro resguardado,
E joias de valor,
Que se mantinham numa caixa forte...
Em seguida, fugira o malfeitor...
Fizeram-se tumulto e burburinho.
A polícia viera num momento
Num grupo de severos patrulheiros.
O antigo educador, aos oitenta janeiros,
Duramente atingido, estava quase à morte
No quarto em desalinho,
Sob a assistência de uma filha em pranto,
Pediu fosse chamado
O seu filho, mais velho, um magistrado,
Pois queria falar-lhe na hora extrema.
A patrulha expediu prestimoso soldado...
Quase que de repente,
Um cavalheiro de alto porte
Adentrou-se na casa em revolta evidente.
Beijou as mãos paternas, comovido,
E após ouvir detalhes do ocorrido,
Clamou, exasperado:
— Hoje, de qualquer jeito,
Saberemos punir o celerado
E guardá-lo, a preceito...
Mas, na perda de sangue que o domina,
Embora a proteção da Medicina,
Sabendo-se a morrer, o pai lhe implora:
— Meu filho, ouve-me bem!...
Já não posso falar bastante agora...
Não persigas ninguém.
Deixa de lado
O infeliz companheiro mascarado...
Que seria de nós se o delinquente
Fosse de nossa gente?!...
Quero partir abençoando os meus...
É preciso perdoar,
Esquecer, entender e auxiliar,
Para estarmos com Deus...
Entretanto, o ferido fez-se mudo.
Calou-se-lhe a voz clara.
A parada cardíaca chegara
E, depois dela, a morte apareceu,
Lançando sombra em tudo.
Ao ver o genitor imóvel sobre o leito,
O filho magistrado
Exclamou revoltado:
— Não, não posso perdoar o terrível sujeito
Que aniquilou meu pai covardemente.
E chamando a patrulha, incontinenti,
Determinou, em voz desesperada:
— Precisamos concluir a tremenda caçada,
Contratem populares... Quero isso:
Mais gente habilitada no serviço.
Seja alcançado e preso
O homem que matou meu pai, velho e indefeso...
Preso e depressa!... É o que lhes digo...
Esse monstro é um perigo!...
Partem homens dispersos sob a noite.
Sirenes gritam alto;
Rodam carros rangendo sobre o asfalto,
O vento frio corta qual açoite...
Mais algum tempo decorrido,
E um emissário surge espavorido.
Pede licença ao chefe e lhe fala: — Doutor,
Prendemos finalmente o malfeitor...
Foi, porém, alvejado
A tiros de um rapaz que nos seguia,
Um popular não identificado;
Mas preciso avisar-lhe que o detento
Está em grande sofrimento,
Sob a pressão de forte hemorragia...
É um rapaz muito moço, um menino a chorar...
Creia o senhor, é um caso singular...
Nosso grande empecilho
É que o jovem declara ser seu filho
E roga-lhe a presença na prisão!...
O magistrado em pleno desconforto,
No velório do pai, agora morto,
Exclama em fúria para o mensageiro:
— Meu filho? Nunca. Desde tenra idade,
Teve em meu cofre o que quis, à vontade,
Meu rapaz foi criado ao valor do dinheiro...
E acrescentou: — Esse ladrão
É um patife de lenda;
Meu filho nestes dias
Está de férias na fazenda,
A dezoito quilômetros daqui...
— Doutor, e o ferimento?
É dos mais graves que já vi,
Esclarece o emissário, calmo e atento,
— Devo buscar o médico ainda agora?
O interpelado irritadiço
Respondeu, prontamente:
— Nada de mimos para o delinquente,
Depois do sol nascer, cogitaremos disso.
A manhã refulgia, clara e bela,
Quando, cercado de assessores,
O magistrado entrou na cela...
Mas ao ver o rapaz que um guarda lhe apresenta,
Ofegando, cansado, em agonia.
Numa poça sangrenta,
Reconhece, assombrado, a luz daquele olhar
Que a morte recolhia,
Agindo devagar.
Então pôs-se a rugir, a tremer e a clamar:
— Deus!... Pai de Bondade e de Infinito Amor,
Que fiz para sofrer tamanha dor?
Em seguida, abraçou-se ao jovem, ternamente,
No modesto colchão que o servia por leito...
A beijar-lhe, ansioso, as feridas do peito.
Nas rudes convulsões que a mágoa lhe consente,
Rebuscava-lhe, em vão, o olhar agora já sem brilho...
O nobre magistrado, em pranto ardente,
Encontrara no morto o próprio filho.
DOLORES, Maria (Espírito). Alma e vida. Psicografado por: Francisco
Cândido Xavier. São Paulo: Cultura Espírita União, 1984.
terça-feira, 11 de abril de 2023
ALVORADA DO REINO
Tiago, filho de Alfeu, em desconforto,No desapontamento que o invade,Antes que se rompesse a tempestadePrestes a desabar sobre Jerusalém,Foi ver o Cristo morto. O vento escorraçava a multidão,Que descia tangida a chibatas de pó;Vendo o topo do monte quase sem ninguém,Sob certo disfarce, o aprendiz de JesusSubiu, ansioso e só,E falou para o Mestre, aos pés da cruz:— Por que morrer assim, Jesus, se as profeciasDe nossas tradições e de nossas memórias,Falam de ti no Reino que previas,Na condição de rei, cercado de vitórias?O povo te saudou por Príncipe Perfeito,Alto libertador da Terra Prometida...Por que não combateste, ao menos, por respeitoAos que disseste amar nas agruras da vida?Perdoa-me, Senhor, a repulsa que tenho,Nada vejo que a fé nos recomponha...Ai de nós que ficamos!... Este lenhoPara sempre, será nossa própria vergonha. O apóstolo pausara, cismarento,Mas do próprio madeiro,Varando o ribombar do firmamento,Veio, em amargo acento,A voz de um Mensageiro,Dos muitos que velavam, na hora extrema,Pela paz do Divino Companheiro:— Silencia, Tiago!...O reino que esperavasÉ o mesmo desta hora em que se escutaO terrível clamor de sofrimentos e lutaDas vastas multidões de almas escravas...De que vitória falas? As da guerra?Da pilhagem no sangue sem que se alaga?Da púrpura dos reis que refulge e se apaga,Ante a cinza dos túmulos da Terra?Jesus não trouxe ao mundo o império da opressãoE sim a luz do Reino SuperiorDe verdade e de paz, de esperança e de amor,Alto Reino de Deus que se deve elevarDe nosso coração!... Emudecera a voz, mas o apóstolo aflitoVoltou a perguntar:— Então Jesus, o Ungido dos Ungidos,Não veio proclamarA terra em que nasci por nação de escolhidos?!... O Emissário, porém, clamou da cruz, em tom profundo:— Tiago, não te dês a preconceitos vãos,Todo povo é de Deus, nos caminhos do mundo,Todos somos irmãos!...Todos somos irmãos!... O aguaceiro no céu, a jorros se destampa...O apóstolo descia, pensativo,Mas, na última rampa,Encontra um pobre homem morto-vivo...É um mendigo estirado, ao pé do morro,A rogar por socorro...Está febril, cansado, espancado e ferido.Tiago enxerga nele um farrapo sangrentoE refletiu, de si para consigo:— Será este, meu Deus, o divino momentoDe compreender Jesus? Inquieto e surpreendido,A sentir-se, por dentro, em nova luz,Toma o desconhecidoE, a carrega-lo nos seus próprios braços,Registra estranha força a sustentar-lhe os passos...Lembra a história do Bom SamaritanoE, na grandeza do seu gesto humano,Leva o infeliz a humilde hospedaria... Na rua, a tempestade atroava e rugia... O apóstolo recorda o Cristo entre os doentes,Desolados, sozinhos, maltrapilhos,Que tratava por filhos,Entre afagos e zelos permanentes... Em seguida, contempla, enternecido,Aquele companheiro anônimo e vencido;Limpa-lhe o corpo em chaga e oferece-lhe um leito,De inesperado amor inflama-se-lhe o peito...Nessa transformação,Abraça-se ao pedinte por irmão!... Lá fora, o temporal estrugia, violento,Apedrejando a Terra, entre os uivos do vento!... Tiago se rendera à extrema compaixão...Tocado de alegria excelsa e rara,Sentiu, dentro do próprio coração,Que a construção do Reino começara. DOLORES, Maria (Espírito). Alma e vida. Psicografado por: Francisco
Cândido Xavier. São Paulo: Cultura Espírita União, 1984.
segunda-feira, 10 de abril de 2023
RIQUEZA MAIS ALTA Dizes-te, às vezes, pobre e sem recursos,Que ninguém te sorri...Entretanto, não vês que trazes, ao dispor,Um tesouro de vida superior,Que podes espalhar, começando de ti. Ergue-se de teu verbo o ensejo santoDe transmitir o bem a quem te escutaExterminando o mal...Guardas, portanto,A magia do Céu e o doce encantoDa voz que estende a paz e extingue a luta. Tens nos olhos e ouvidos sentinelas,De modo a ver em ti e, em derredor,Os males a vencer, rixas e bagatelas,Na construção do bem pela qual te desvelas,Em louvor do melhor. Tens nas mãos duas harpas prodigiosasCapazes de entoar a melodia,Da beleza, do amor e da alegria,Criando arte e cultura, luz e rosasAo sol de cada dia. Dizes-te, às vezes, pobre e sem recursos,Que ninguém te sorri...No entanto, tens contigo, seja em qualquer lugar,A bênção de servir e trabalhar,A riqueza mais alta que já vi. DOLORES, Maria (Espírito). Alma e vida. Psicografado por: Francisco
Cândido Xavier. São Paulo: Cultura Espírita União, 1984.
Rumo à perfeição Em nossa luta contra o mal em nós, O mal que não queremos sobreleva Por nossa imersão em densa treva Desde o tempo de n...
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Poesia todo dia ( Irmão Jó) 2 - Dia Mundial do Introvertido Sigo calado meu longo caminho cruzado por pedestres apressados, mas sig...
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Estudo d'O Livro dos Espíritos com Jorge e Lourdes Questão 94 — De onde tira o Espírito seu envoltório semimaterial? — Do fluido unive...





