Jorge, o sonhador
Crônicas no estilo Machado de Assis, poemas, traduções e mensagens.
terça-feira, 28 de abril de 2026
terça-feira, 21 de abril de 2026
(Irmão Jó)
nos momentos difíceis de labuta,
e eleva tua alma e escuta
a voz que no teu íntimo repete:
— Ama!
que atenta sempre aos apelos teus,
quando as provas te surgem sorrateiras,
e nunca nega auxílio à voz que clama:
— Ajuda!
causando-te desgosto
em retribuição ao bem que lhe fizeste,
não retribuas mal por mal, mas sim,
agradece.
de quem em dada hora o negou
e, vendo debandarem seus amigos,
a nenhum deles acusou de mau,
perdoou...
onde mantém-se viva a ciência
da inexorável e eterna Lei Divina
que, ao emanar excelsa paciência,
ensina.
ainda que aos ingratos e ignaros,
pois quem ajuda e passa nesta vida
prepara o próprio voo aos altos páramos
Divinos!
terás vencido o egoísmo atroz
e ouvirás, por certo, lindo som
do coro angelical, do Mais Além:
Parabém!
sexta-feira, 3 de abril de 2026
O Espiritismo é a Religião que contribui com todas as
religiões
– Jorge Leite de Oliveira[1]
Segundo Allan Kardec,
O laço estabelecido por uma religião, seja qual for o seu objetivo, é, pois, essencialmente moral, que liga os corações, que identifica os pensamentos, as aspirações, e não somente o fato de compromissos materiais, que se rompem à vontade, ou da realização de fórmulas que falam mais aos olhos do que ao espírito. O efeito desse laço moral é o de estabelecer entre os que ele une, como consequência da comunhão de vistas e de sentimentos, a fraternidade e a solidariedade, a indulgência e a benevolência mútuas. É nesse sentido que também se diz: a religião da amizade, a religião da família.
Se é assim, perguntarão, então o Espiritismo é uma religião? Ora, sim, sem dúvida, senhores! No sentido filosófico, o Espiritismo é uma religião, e nós nos vangloriamos por isto, porque é a Doutrina que funda os vínculos da fraternidade e da comunhão de pensamentos, não sobre uma simples convenção, mas sobre bases mais sólidas: as próprias leis da Natureza.
[...]
Crer num Deus Todo-Poderoso, soberanamente justo e bom; crer na alma e em
sua imortalidade; na preexistência da alma como única justificação do presente;
na pluralidade das existências como meio de expiação, de reparação e de
adiantamento intelectual e moral; na perfectibilidade dos seres mais
imperfeitos; na felicidade crescente com a perfeição; na equitativa remuneração
do bem e do mal, segundo o princípio: a cada um segundo as suas obras; na
igualdade da justiça para todos, sem exceções, favores nem privilégios para
nenhuma criatura; na duração da expiação limitada à da imperfeição; no
livre-arbítrio do homem, que lhe deixa sempre a escolha entre o bem e o mal;
crer na continuidade das relações entre o mundo visível e o mundo invisível; na
solidariedade que religa todos os seres passados, presentes e futuros,
encarnados e desencarnados; considerar a vida terrestre como transitória e uma
das fases da vida do Espírito, que é eterno; aceitar corajosamente as
provações, em vista de um futuro mais invejável que o presente; praticar a
caridade em pensamento, em palavras e obras na mais larga acepção do termo;
esforçar-se cada dia para ser melhor que na véspera, extirpando toda
imperfeição de sua alma; submeter todas as crenças ao controle do livre exame e
da razão, e nada aceitar pela fé cega; respeitar todas as crenças sinceras, por
mais irracionais que nos pareçam, e não violentar a consciência de ninguém;
ver, enfim, nas descobertas da Ciências, a revelação das leis da Natureza, que
são as leis de Deus: eis o Credo, a religião do Espiritismo, religião que
pode conciliar-se com todos os cultos, isto é, com todas as maneiras de adorar
a Deus. É o laço que deve unir todos os espíritas numa santa comunhão de
pensamentos, esperando que ligue todos os homens sob a bandeira da fraternidade
universal.
Com a fraternidade, filha da caridade, os homens viverão em paz e se
pouparão males inumeráveis, que nascem da discórdia, por sua vez filha do
orgulho, do egoísmo, da ambição, da inveja e de todas as imperfeições da
Humanidade.
O Espiritismo dá aos homens tudo o que é preciso para a sua felicidade
aqui na Terra, porque lhes ensina a se contentarem com o que têm. Que os
espíritos sejam, pois, os primeiros a aproveitar os
benefícios que ele traz, e que inaugurem entre si o reino da harmonia, que
resplandecerá nas gerações futuras.
Os Espíritos que nos cercam aqui são inumeráveis, atraídos pelo objetivo
que nos propusemos ao nos reunirmos, a fim de dar aos nossos pensamentos a
força que nasce da união. Ofereçamos aos que nos são caros uma boa lembrança e
o penhor de nossa afeição, encorajamentos e consolações aos que deles necessitem.
Façamos de modo que cada um recolha a sua parte dos sentimentos de caridade
benevolente, de que estivermos animados, e que esta reunião dê os frutos que
todos têm o direito de esperar.
Em seu prefácio à obra Religião dos Espíritos, seu autor espiritual Emmanuel, pela psicografia de Chico Xavier, esclarece-nos:
[...] cremos poder afirmar, com o título deste volume, que o primeiro livro da Codificação Kardequiana [O livro dos Espíritos] é manancial tão rico de valores morais para o caminho humano que bem pode ser considerado não apenas como revelação da esfera superior, mas igualmente como primeiro marco da Religião dos Espíritos, em bases de sabedoria e amor, a refletir o Evangelho, sob a inspiração de Nosso Senhor Jesus Cristo (Emmanuel, Espírito, 2008, p. 13).
Respondendo a consulta que lhe foi
feita sobre qual dos três aspectos: científico, filosófico e religioso é o
melhor, o Espírito Emmanuel, sem qualquer contestação à condição especial do
Espiritismo, como religião, assim responde:
— Podemos tomar o Espiritismo, simbolizado desse modo, como um triângulo de forças espirituais.
A Ciência e a Filosofia vinculam à Terra essa figura simbólica, porém, a
Religião é o ângulo divino que a liga ao céu. No seu aspecto científico e
filosófico, a Doutrina será sempre um campo nobre de investigações humanas,
como outros movimentos coletivos, de natureza intelectual, que visam ao
aperfeiçoamento da Humanidade. No aspecto religioso, todavia, repousa a sua
grandeza divina, por constituir a restauração do Evangelho de Jesus Cristo, estabelecendo
a renovação definitiva do homem, para a grandeza do seu imenso futuro
espiritual (Emmanuel, Espírito, 2013, p. 10).
— as noções religiosas, com a exemplificação dos mais altos deveres da
vida, constituem a base de toda a educação, no sagrado instituto da família (op. cit., p. 75).
E, para confirmar o alto conceito do Espírito em relação à religião, cito a seguir a questão 260 da obra O Consolador e o que ele responde:
— Religião é o sentimento divino, cujas exteriorizações são sempre o
Amor, nas expressões mais sublimes. Enquanto a Ciência e a Filosofia operam o
trabalho da experimentação e do raciocínio, a Religião edifica e ilumina os sentimentos.
As primeira se irmanam na sabedoria, a segunda personifica o amor, as duas
asas divinas com que a alma humana penetrará, um dia, nos pórticos sagrados da
espiritualidade (Emmanuel, Espírito, 2013, p. 179).
EMMANUEL (Espírito). Religião dos Espíritos.
Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 21. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008.
EMMANUEL (Espírito). O Consolador. Psicografia de
Francisco Cândido Xavier. 29. ed. Brasília: FEB, 2013.
KARDEC, Allan. Revista Espírita, dezembro de 1868. Tradução de
Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2005, p.
483-495
.______. Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Tradução
de Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2005,
cap. 23 O Espiritismo é uma Religião?
[1] As
citações estão destacadas, aqui, em itálico. Os destaques do autor da obra
citada, em tipo normal.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Liberdade Religiosa para Nossos Filhos?
Jorge
Leite de Oliveira
Meus filhos,
Alguns
jovens afirmam que seus pais lhes dão total liberdade na escolha de suas
religiões. Estariam certos esses pais?
Para
melhor entendimento sobre o assunto, gostaria que vocês refletissem
amorosamente nos argumentos do seu pai que, se não é o melhor do mundo, nunca
deixou de amá-los muito.
Há
poucos dias, ouvi uma palestrante dizer que era espírita desde criança, embora
tenha frequentado, na mocidade, diversas igrejas e haja chegado à conclusão de
que somente o Espiritismo lhe responde a todas as indagações necessárias à sua
paz e crescimento espiritual.
Na
ocasião, dissera ela que seus pais sempre lhe permitiram liberdade de escolha
religiosa, desde pequenina. Optara pelo Espiritismo por ter presenciado, ao
longo de sua vida, a conduta paterna elevada em consonância com a Doutrina
Espírita.
Então,
pergunto: será que o Espiritismo pode ser responsabilizado pelos atos de seus
seguidores em desacordo com os princípios elevados da religião que professam? Do
meu humilde ponto de vista, não! Até porque, o modelo a ser seguido é Jesus,
como nos mostram todas as religiões cristãs, entre as quais se inclui o
Espiritismo. Isso não significa que nós, como seus pais, não estejamos nos
esforçando para fazer o melhor, no campo da exemplificação dos nossos
conhecimentos espíritas.
Estamos
todos tentando acertar. E por vezes erramos. Mas, como nos ensina Allan Kardec:
“Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos
esforços que emprega para domar suas inclinações más.” ¹ Reflitamos. Ele não
diz que o espírita deve ser santo, mas que deve estar sempre procurando crescer
moralmente e se esforçando para não cometer erros. Entretanto, quando errar,
tem que ter a humildade de reconhecê-lo e prosseguir no ideal do bem.
Vejamos
o que diz o iluminado Espírito Emmanuel, com relação à educação religiosa dada
pelos pais espíritas, na questão 113 do livro O Consolador, psicografado
por Francisco Cândido Xavier e editado pela FEB:
Os pais espíritas devem ministrar a
educação doutrinária a seus filhos ou podem deixar de fazê-lo invocando as
razões de que, em matéria de religião, apreciam mais a plena liberdade dos
filhos?
— O período infantil, em sua
primeira fase, é o mais importante para todas as bases educativas, e os pais
espíritas cristãos não podem esquecer seus deveres de orientação aos filhos,
nas grandes revelações da vida. Em nenhuma hipótese, essa primeira etapa das
lutas terrestres deve ser encarada com indiferença.
O pretexto de que a criança deve
desenvolver-se com a máxima noção de liberdade pode dar ensejo a graves
perigos. Já se disse, no mundo, que o menino livre é a semente do delator. A
própria reencarnação não constitui, em si mesma, restrição considerável à
independência absoluta da alma necessitada de expiação e corretivo?
Além disso, os pais espíritas devem
compreender que qualquer indiferença nesse particular pode conduzir a criança
aos prejuízos religiosos de outrem, ao apego do convencionalismo, e à ausência
de amor à verdade.
Deve nutrir-se o coração infantil
com a crença, com a bondade, com a esperança e com a fé em Deus. Agir
contrariamente a essas normas é abrir para o faltoso a mesma porta larga para
os excessos de toda sorte, que conduzem ao aniquilamento e ao crime.
Os pais espíritas devem compreender
essa característica de suas obrigações sagradas, entendendo que o lar não se
fez para a contemplação egoística da espécie, mas, sim, para santuário onde,
por vezes, se exige a renúncia e o sacrifício de uma existência inteira.²
Isso,
meus filhos, quem disse foi o Espírito Emmanuel, com milenar experiência no
assunto, como pai, sacerdote e educador. E, sendo o Espiritismo o Consolador
prometido por Jesus, nada mais natural que desejar-lhes o melhor ainda que nós
mesmos, como pais, ainda tenhamos muito o que aprender no campo do amor e da
renúncia em favor de nós mesmos.
É
certo que muitos pais permitem a seus filhos a escolha religiosa, mas, em
geral, quando o fazem, eles próprios não seguem seriamente suas religiões,
quando as têm, ou não refletem ainda que o melhor para si deve ser também o
melhor para seus filhos, dos quais são os primeiros educadores.
Ignoram,
quando espíritas, as informações transmitidas pelos Espíritos superiores.
Não
refletem ainda que, nas primeiras idades do Espírito encarnado, compete aos
pais e responsáveis cuidar da formação moral e intelectual de seus filhos. É,
pois, dever daqueles oferecer a estes o ensejo para a aquisição dos elevados
princípios religiosos proporcionados pelo Espiritismo — Cristianismo redivivo —
a todos os seus dedicados seguidores.
Essa
decisão não implica intolerância para com as outras religiões, que podem ser
examinadas por todos nós. Em especial, após já termos razoável conhecimento
espírita, o que, geralmente, só ocorre quando atingimos a maioridade.
Mas
se já conhecemos o Consolador, e se nele estão as respostas a tudo o de que
necessitamos para a nossa felicidade, por que não empregar nosso tempo
estudando a vasta mensagem da Doutrina Espírita?
Se a base de todas as
religiões cristãs deve ser o amor, não existe melhor definição dessa virtude
que esta máxima da Codificação Kardequiana: “Fora da caridade não há salvação”.
Atualmente,
todas as religiões vêm buscando sua união em torno de um ponto comum: o amor.
Segundo o Evangelista João (13:34), as seguintes palavras foram ditas por
Jesus: “Novo mandamento vos dou; que vos ameis uns aos outros; assim como eu
vos amei, que também vos ameis uns aos outros.”
E
o Espiritismo tem por máxima exatamente o amor, como vemos exposto em O
Evangelho segundo o Espiritismo, cap VI, item 5: “Amai-vos, este o primeiro
ensinamento; instruí-vos, este o segundo.”³
Se
a base de todas as religiões cristãs deve ser o amor, não existe melhor
definição dessa virtude que esta máxima da Codificação Kardequiana: “Fora da
caridade não há salvação”. Caridade, meus filhos, é o amor posto em prática. E
o primeiro, depois do amor a Deus, é o amor aos nossos pais.
Por
todo o exposto, creio que, enquanto jovens, não é bom para suas mentes o
envolvimento com as inúmeras concepções religiosas humanas antes do exame
profundo e refletido da mensagem espírita.
O
Espiritismo, meus queridos, fez-me ver a necessidade da prática incessante do
amor e do conhecimento elevado como bases para uma vida melhor. Estou me
esforçando nesse sentido, ainda que nem sempre lhes possa garantir
aproveitamento integral, pois não passo de aprendiz dessas verdades eternas.
Uma
coisa, porém, lhes posso garantir, em todas as forças da alma: sou muito feliz,
graças ao conhecimento espírita e à luta contra as minhas imperfeições. As
forças para tal combate foram-me proporcionadas por essa Doutrina Consoladora.
Então, como Paulo, posso afirmar-lhes: “Aprendi a viver contente com tudo o que
tenho.”⁵
E
o que tenho, filhos do meu coração, devo muito à mensagem espírita, bênção
maior de Deus em minha vida e legado maior deixado a vocês por mim e por sua
mãe: o tesouro moral, que as traças não roem, a ferrugem não consome e os
ladrões não roubam.⁶
¹ KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo.
115. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1988. p. 276.
² XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 17.
ed. Rio de Janeiro: FEB, 1995. p. 74-75, item 443.
³ KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. 115. ed. Rio de
Janeiro: FEB, 1998. p. 130.
⁴ Idem, ibidem, op. cit., p. 248, 251 e 252.
⁵ Paulo. (Filipenses, 4:11.)
⁶ Jesus. (Mateus, 6:19.)
Outubro, 2001.
Reformador.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
Você quer uma dica sobre a influência do Evangelho de Jesus em nossas vidas?
Decore esta sigla: COMESA (som fonético: /começa/.
Segundo o Espírito Alcíone na obra Renúncia, excelente romance espírita psicografado por Chico Xavier, baseado em fatos reais: “O Evangelho de Jesus precisa ser conhecido, meditado, sentido e aplicado”. Então, COMESA, que significa CONHECIDO, MEDITADO, SENTIDO e VIVIDO.
Gostou da dica? Então, começa, ou melhor, comesa: co: conhecido; me: meditado; s: sentido; v: vivido.
sábado, 14 de fevereiro de 2026
(Irmão Jó)
O Senhor é o meu Pai
E, se eu buscar me esforçar,
Ele, certamente, vai
minha vida abençoar.
Permite que eu me deite
em um colchão confortável
e na cama eu aproveite
de descanso agradável.
Lembra-me de conservar
águas tranquilas nos rios,
que não polua o mar
e nem terrenos vazios.
Em boas ações me guia,
orienta-me os passos
e da injustiça me desvia
para a vida nos seus braços.
Se eu no escuro caminhar,
nenhum mal irei temer,
sua luz me guiará
no caminho a percorrer.
Ante mesmo os inimigos,
desfrutarei dum banquete
fazendo deles amigos
naquele e noutro deleite.
Minha cabeça estará
ungida a todo o momento,
pois Ele me proverá
de alegre e bom pensamento.
Misericórdia e bondade,
perdão, como indulgência,
são atos de caridade
de Deus em nossa existência.
Brasília, DF, 14 de fevereiro de 2026.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
10 de
fevereiro - Dia do Atleta Profissional
No futebol
ou basquete,
no vôlei ou
natação,
no tênis de
quadra ou mesa,
o atleta
profissional
quer ser
grande campeão.
Mas há
também outro esporte
que sugiro
aos campeões:
é o de
tornar-se bem forte
no domínio
de emoções,
e superar
más paixões.
Atleta
profissional
nunca
despreze alguém,
seja com
todos leal,
no exercício
do bem,
em qualquer
competição.
E ao egoísmo
vença,
supere sua
aversão,
ao rival que
a desavença
dá azo à
desunião,
E serás um
campeão.
Grandioso Pai Eterno (Irmão Jó) Bondoso Deus, só tu és grandioso; louvado sejas, Pai sábio e generoso. Minh’alma em prece, perante a ...
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Estudo d'O Livro dos Espíritos com Jorge e Lourdes Questão 94 — De onde tira o Espírito seu envoltório semimaterial? — Do fluido unive...
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Estudo d'O Livro dos Espíritos 135. Há no homem alguma outra coisa além da alma e do corpo? — Há o laço que liga a alma ao corpo. ...