segunda-feira, 21 de junho de 2021

 

Cantinho da poesia

 

A idade (Jorge Leite de Oliveira)

 

Vi-me em corpo pequeno, mas consciente

de que eu era um pequenino ser

que um dia iria se desenvolver,

pois bem maior que o corpo era a mente...

 

E fui sem perceber me transformando,

como também  aquele corpo foi-se...

mas permaneço nele dominando

como o campônio doma sua foice.

 

Sou eu, sempre sou eu quem não esquece

de sua mocidade vigorosa,

mas roga agora a bênção duma prece.

 

Pois vejo que se o corpo envelhece,

a mente permanece em mar de rosas;

a idade é onde a alma permanece.

 

Brasília, 21 de junho de 2021.

domingo, 20 de junho de 2021

 O Céu e o Inferno

 

Allan Kardec

Por: Astolfo Olegário Oliveira Filho 

Parte 8

 

Continuamos o estudo metódico do livro “O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec, com base na 1ª edição da tradução de João Teixeira de Paula publicada pela Lake.




Caso o leitor queira ter em mãos o texto consolidado dos estudos relativos à presente obra, para acompanhar, pari passu, o presente estudo, clique em: http://www.oconsolador.com.br/linkfixo/estudosespiritas/principal.html#ALLAN e, em seguida, no verbete "O Céu e o Inferno”.

Eis as questões de hoje:

 

57. Como é a morte do incrédulo? 

Os incrédulos experimentam nos últimos instantes as angústias desses pesadelos terríveis em que se veem em escarpas de abismos prestes a tragá-los. Querem fugir e não podem; procuram agarrar-se a qualquer coisa, mas não encontram apoio e sentem precipitar-se; querem clamar, gritar e nem sequer um som podem articular. Então – disse Sanson – vemo-los contorcerem-se, crispar as mãos, dar gritos sufocados, outros tantos sintomas do pesadelo de que são vítimas. (O Céu e o Inferno, Segunda Parte, cap. II, Sanson, item II, perguntas 5 e 6.)

58. O que mais impressionou Sanson ao despertar no mundo espiritual?

Sanson disse que ficou como que ofuscado, sem poder compreender as coisas, porquanto a lucidez não volta repentinamente. Deus, porém, permitiu-lhe recuperar as faculdades, e foi então que ele se viu cercado de numerosos, bons e fiéis amigos. Todos os Espíritos protetores rodeavam-no sorrindo; uma alegria sem par irradiava-lhes do semblante e também ele, forte e animado, podia sem esforço percorrer os espaços. O que viu não tem, disse Sanson, nome na linguagem dos homens. (Obra citada, Segunda Parte, cap. II, Sanson, item II, perguntas 7 e 8.)

59. Sob que forma os Espíritos aparecem aos olhos dos que retornam ao mundo espiritual? 

Eles conservam a forma humana e assim se apresentam. (Obra citada, Segunda Parte, cap. II, Sanson, item III, pergunta 9.)

60. Como os Espíritos se veem no mundo espiritual? Eles sentem em si as mãos, a cabeça, os braços? 

O Espírito, conservando sua forma humana idealizada, pode, sem contradição, possuir todos os membros mencionados. Sanson disse que sentia perfeitamente suas mãos com os dedos, pois podia, à vontade, aparecer e apertar as mãos dos outros, encarnados ou não. (Obra citada, Segunda Parte, cap. II, Sanson, item III, perguntas 10 e 11.)

61. Logo que desencarna, o Espírito se lembra do passado?

Conforme seu grau evolutivo, sim, o Espírito pode lembrar-se com facilidade do passado. Foi o que revelou Jobard, que disse recordar-se das existências anteriores e sentia ter melhorado. Em sua precedente existência, Jobard disse ter sido um operário mecânico acossado pela miséria e pelo desejo de aperfeiçoar sua arte. Como Jobard, ele pôde então realizar os sonhos do pobre operário. (Obra citada, Segunda Parte, cap. II, Jobard, perguntas 6 e 7.)

62. Como é que os Espíritos se manifestam sobre a resignação e a coragem diante das provações?

Samuel Filipe deu, a esse respeito, importante depoimento e revelou que tudo quanto sofrera se anularia caso desfalecesse, tendo de recomeçar novamente as provações. Eis suas palavras: “Oh! meus amigos, compenetrai-vos firmemente desta verdade, pois nela reside a felicidade do vosso futuro. Não é, por certo, comprar muito caro essa felicidade por alguns anos de sofrimento! Ah! Se soubésseis o que são alguns anos comparados ao infinito! Se de fato a minha última existência teve algum mérito aos vossos olhos, outro tanto não diríeis das que a precederam. E não foi senão à força de trabalho sobre mim mesmo que me tornei o que ora sou. Para apagar os últimos traços das faltas anteriores, era-me preciso sofrer as últimas provas que voluntariamente aceitei. Foi na firmeza das minhas resoluções que escudei a resignação, a fim de sofrer sem me queixar. Hoje abençoo essas provações, pois a elas devo o ter rompido com o passado – simples recordação agora que me permite contemplar com legítima alegria o caminho percorrido”. (Obra citada, Segunda Parte, cap. II, Samuel Filipe, pergunta 2.)

63. A morte nos separa ou nos aproxima dos entes queridos que já partiram? E eles, os desencarnados, nos visitam?

A morte não nos separa dos entes queridos que desencarnaram, os quais continuam a visitar-nos sempre que podem. Tanto Samuel Filipe quanto a Sra. Foulon manifestaram-se nesse sentido. Eis o que Samuel Filipe afirmou, a propósito de seus entes queridos: “Se os tivesse esquecido seria indigno da felicidade de que gozo. Deus não recompensa o egoísmo, pune-o. O mundo em que me vejo pode fazer com que desdenhe a Terra, mas não os Espíritos nela encarnados. Somente entre os homens é que a prosperidade faz esquecer os companheiros de infortúnio. Muitas vezes venho visitar os que me são caros, exultando com a recordação que de mim guardaram; assisto às suas diversões, e, atraído por seus pensamentos, gozo se gozam ou sofro se sofrem”. (Obra citada, Segunda Parte, cap. II, Samuel Filipe, última pergunta; e a viúva Foulon, itens II e III.)

64. Os Espíritos continuam trabalhando na vida espiritual?

Sim. Dr. Demeure, Bernardino e condessa Paula falaram sobre o assunto, confirmando o que nos ensina o Espiritismo, ou seja, que as atividades dos Espíritos são constantes e que o trabalho é componente essencial na vida dos desencarnados. (Obra citada, Segunda Parte, cap. II, o doutor Demeure, Bernardino e a condessa Paula.)

 

Acesse quando quiser:  

1. Espiritismo Século XXI – http://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com.br/

2.  revista O Consolador - http://www.oconsolador.com  

3.  Ed. EVOC - http://www.oconsolador.com.br/editora/evoc.htm  


sexta-feira, 18 de junho de 2021


 

16.3 Jesus em casa de Zaqueu

 

            Ao entrar em Jericó, Jesus passava pela cidade. E ali vivia um homem chamado Zaqueu, chefe dos publicanos e muito rico, que buscava ver Jesus, para conhecê-lo, e não o podia conseguir, por causa da muita gente, porque era muito pequeno. E correndo adiante, subiu a um sicômoro para o ver, porque por ali havia de passar. E quando Jesus chegou àquele lugar, olhou para o alto e vendo-o ali lhe disse: — Zaqueu, desça depressa daí, porque importa que eu fique hoje em sua casa. Zaqueu desceu rapidamente e recebeu-o com alegria. Vendo isso, todos murmuravam, dizendo: Ele foi hospedar-se em casa de um homem de má vida. (Ver na introdução o item Publicanos.)

            Entretanto Zaqueu, apresentando-se diante do Senhor, disse-lhe: Senhor, eu dou aos pobres metade dos meus bens, e, se houver prejudicado a alguém, seja no que for, pago-lhe quatro vezes mais. Sobre o que Jesus lhe disse: Hoje entrou a salvação nesta casa, porque este é também filho de Abraão. Porque o Filho do Homem veio para procurar e salvar o que estava perdido (Lucas, 19:1-10).

 

16.4 Parábola do mau rico

 

            Havia um homem rico, que se vestia de púrpura e de linho, e que todos os dias se banqueteava magnificamente. Havia também um pobre de nome Lázaro, deitado à sua porta,  todo coberto de úlceras, e que desejava fartar-se das migalhas que caíam da mesa do rico, mas ninguém lhas dava; e os cães vinham lamber-lhe as chagas. Ora, aconteceu que esse pobre morreu e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão. E morreu também o rico, e teve o inferno por sepultura. E quando ele estava nos tormentos, levantou os olhos e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. E gritando ele  disse estas palavras: Pai Abraão, tem piedade de mim, e mande cá Lázaro, para que molha em água a ponta do seu dedo, a fim de me refrescar a língua, pois sou atormentado nesta chama.

            Mas Abraão lhe respondeu: Meu filho, lembra-se de que você recebeu os seus bens em sua vida, e de que Lázaro não teve senão males; por isso ele agora está consolado, e você em tormentos.

            Além disso, entre nós e você existe um grande abismo, de maneira que os que querem passar daqui para aí não podem, nem os daí passar para aqui.

            Disse o rico: Eu lhe suplico, então pai Abraão, que o mande à casa de meu pai, onde tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho destas coisas, e não suceda que venham também eles parar neste lugar de tormentos. Abraão lhe respondeu: Eles lá têm Moisés e os profetas;  que os escutem. Não, pai Abraão, mas se for a eles algum dos mortos, farão penitência. Abraão respondeu-lhe: Se eles escutam nem Moisés nem os profetas, também não acreditarão, ainda que ressuscite algum dos mortos. (Lucas, 16: 19-31).

     Tradução livre: Jorge Leite de Oliveira

    Currículo lattes:  http://lattes.cnpq.br/0494890808150275

      

quinta-feira, 17 de junho de 2021

 

A meditação como proposta para resolução de conflitos em um contexto democrático de exercício da cidadania

A meditação como proposta para resolução de conflitos em um contexto democrático de exercício da cidadania

O texto a seguir foi apresentado em forma de Comunicação Oral no V Congresso Nacional de Educação (CONEDU) em outubro de 2018, em Recife-PE

por Alexsandro M. Medeiros

lattes.cnpq.br/6947356140810110

Resumo

O surgimento das novas Tecnologias de Informação e Comunicação tem alterado profundamente as relações sociais e democráticas em nosso país. Os extraordinários avanços tecnológicos dos últimos anos vem transformando significativamente o panorama das modernas sociedades democráticas e o espaço virtual das redes sociais tem sido utilizado para ampliar o processo democrático, ao mesmo tempo em que tem sido alvo também de práticas antidemocráticas, que atingem e denigrem a figura do outro que não compartilha da mesma postura ideológica, caracterizadas por discurso de ódio, ataques pessoais e em alguns casos até xingamentos, quando as opiniões conflitam e divergem umas das outras. O que se pretende ressaltar, nesta comunicação, é a possibilidade de que a prática da meditação, com ênfase da meditação de atenção plena (mindfulness) possa oferecer aos novos cidadãos do século XXI a capacidade de se colocar de forma construtiva e dialógica na esfera pública política, manifestar e compartilhar suas ideias, opiniões e pensamentos, sem a necessidade de agredir o outro e sem ver o outro como um adversário que deve ser vencido a todo custo. Como metodologia utilizou-se a pesquisa exploratória e bibliográfica. A partir da pesquisa exploratória pudemos colher alguns dados relevantes que demonstram as práticas antidemocráticas através das redes sociais e, através da pesquisa bibliográfica sobre a prática da meditação mindfulness , defender a ideia de que a meditação possa ser uma técnica utilizada para resolução de conflitos no contexto democrático de exercício da cidadania.

Palavras-chave: Redes Sociais, Democracia, Conflitos, Meditação.

 

O texto completo da Comunicação está disponível nos Anais do Evento: A MEDITAÇÃO COMO PROPOSTA PARA RESOLUÇÃO DE CONFLITOS EM UM CONTEXTO DEMOCRÁTICO DE EXERCÍCIO DA CIDADANIA.

 

Espiritualidade e Política → A meditação como proposta para resolução de conflitos em um contexto democrático de exercício da cidadania


Leia mais: https://www.sabedoriapolitica.com.br/products/a-meditacao-como-proposta-para-resolucao-de-conflitos-em-um-contexto-democratico-de-exercicio-da-cidadania/

quarta-feira, 16 de junho de 2021

 

Cantinho da cultura filosófico espiritualista

O que percebeu Kardec nas manifestações dos Espíritos

                                                                                             Autor: D. Dinis





                Allan Kardec afirma que o Espiritismo é ciência experimental e de observação. Não é ciência positivista, pelo simples fato de que não se baseia em fenômenos de laboratório ou sujeitos a cálculos matemáticos. Sua realidade patenteia-se a cada um de nós com base na manifestação dos Espíritos, que têm livre-arbítrio, como qualquer pessoa encarnada.

         Daí se deduz que, assim como posso prometer visitar alguém e não aparecer no local da visita prometida, os Espíritos não se sujeitam às reproduções de suas manifestações, como ocorre com os elementos químicos e biológicos. A não ser que assim o queiram e, sobretudo, possam fazê-lo, o que depende das condições apropriadas para sua manifestação mediúnica.

         A diferença básica entre o Espírito (ser desencarnado e tido por morto) e a personalidade física (ser encarnado e tido por vivo) é que o primeiro possui um corpo espiritual (perispírito) e o segundo possui, além desse corpo espiritual, o corpo físico. As aquisições intelectuais e morais que o Espírito possui têm por base, principalmente, seus conhecimentos obtidos enquanto esteve encarnado.

         Conclui-se disso que o Espírito em grau menor de evolução não nos sabe transmitir nada que lhe tenha exigido conhecimentos mais elevados, por não lhe serem esses do seu interesse quando esteve encarnado e mesmo no plano espiritual. Outros há que não vão além do que seja do conhecimento acumulado pela ciência e filosofia terrenas e que era e continua sendo objeto de seus estudos e ocupações. Quanto aos mais adiantados, só nos podem transmitir aquilo que estamos em condição intelectual e moral de saber. Por isso é que Kardec faz a seguinte afirmação:

 

Um dos primeiros resultados que colhi das minhas observações, foi que os Espíritos, nada mais sendo do que as almas dos homens, não possuíam nem a plena sabedoria, nem a ciência integral. Que o saber de que dispunham se circunscrevia ao grau que haviam alcançado, de adiantamento, e que a opinião deles só tinha o valor de uma opinião pessoal. Reconhecida desde o princípio, esta verdade me preservou do grave escolho de crer na infalibilidade dos Espíritos e me impediu de formular teorias prematuras, tendo por base o que fora dito por um ou alguns deles.[1]

 

                Por esse motivo é que o Espírito Verdade, repetindo as palavras que o Cristo lhe transmitiu, aconselha-nos a, em primeiro lugar, nos amar; em seguida, nos instruir. Essas são as duas asas da evolução, que também atribuem a cada um aquilo que fez por merecer.

        

 



[1]Allan Kardec, in Obras póstumas. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 1. imp. Brasília: FEB, 2016. Segunda parte, p. 240- 241. A minha iniciação no Espiritismo.

 

terça-feira, 15 de junho de 2021

 

EM DIA COM O MACHADO 475:
Essência e consciência (Jó)

 



          Li ainda agora no site Quora esta bela história, que já conhecia de modo um pouco diverso, ou seja, ocorrido com um sábio oriental que foi questionado por seu discípulo, quando, ao tentar salvar da morte uma cobra, fora por esta picado. Ainda assim, vale a pela compartilhá-la com meus amáveis leitores. Em respeito aos autores anteriores, narrarei o caso em reprodução livre:

         Dois homens, que usavam roupas antichamas, tentavam apagar um incêndio em matagal, quando viram uma cobra cercada pelo fogo. Um deles, já idoso, atravessou o fogo rapidamente e segurou a cobra pela cabeça, o que não evitou que esta o picasse. Ainda assim, colocou a víbora fora de perigo e cuidou do ferimento provocado por ela sem maiores consequências para sua saúde.

         Vendo o que acontecera, seu companheiro mais jovem advertiu-o:

— Como você teve coragem de salvar aquele réptil? Não percebeu que ele o  picaria?

         O bondoso homem respondeu-lhe:

— Sei disso, como também sei que a natureza da cobra é picar, mas a minha é ajudar.

         Agora, reproduzo o que li, pela beleza do ensinamento, com pequenas correções formais:

 

Não mude sua natureza, se alguém lhe faz algum mal. Não perca sua essência; apenas tome precauções.

Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.

Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação, porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.

E aquilo que os outros pensam não é  problema seu, é problema deles!

        

         Concluo com a seguinte frase, parafraseada da obra Convivência, do Espírito Emmanuel, psicografada por Chico Xavier:

Podemos destacar-nos pelo que sabemos, mas valemos pelo que fazemos.

segunda-feira, 14 de junho de 2021

 Cantinho da poesia

Autor: Jorge Leite de Oliveira 

                                                          Atire a primeira flor
                                         
Ó linda alma sublimada,
Dona dum belo jardim,
Atire a primeira flor
Para florescer em mim.
 
Retribuirei com sorrisos
De gratidão mais sincera;
E Deus, dos Campos Elísios,
Florirá os céus com ela.
 
                        

                        Atire a primeira flor,
                        Aquela flor mais singela,
                        E seja donde ela for
                        Amor e paz saiam dela...
 
                        Atire a primeira flor,
                        A segunda, após, terceira...
                        E formarei um buquê
                        Com sua flor derradeira.
 
Atire do céu as flores
Enfeitando a Natureza,
Flores com e sem odores,
Enaltecendo a beleza.
 
Flores do nosso jardim
Florindo na madrugada:
Rosa, açucena, jasmim...
De pura essência sagrada.
 
                        Olhai os lírios dos campos,
                        Brilhando de intensa luz
                        Muito mais Deus ama tantos...
                        Assim falava Jesus.
 
                        Atire a flor mais brejeira
                        Em quem só lhe dá pedrada,
                        Pois não existe pedreira
                        Que não seja esfarelada.

Atire a flor mais faceira
Em gratidão à pedrada,
Pois da pedra da pedreira
É que se constrói estrada.

Porque, por fim, cada flor,
Bela, pura e perfumada,
Contrapõe ao ódio amor,
Divina essência sagrada.
 
                             

  Cantinho da poesia   A idade (Jorge Leite de Oliveira)   Vi-me em corpo pequeno, mas consciente de que eu era um pequenino ser q...