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sexta-feira, 18 de junho de 2021


 

16.3 Jesus em casa de Zaqueu

 

            Ao entrar em Jericó, Jesus passava pela cidade. E ali vivia um homem chamado Zaqueu, chefe dos publicanos e muito rico, que buscava ver Jesus, para conhecê-lo, e não o podia conseguir, por causa da muita gente, porque era muito pequeno. E correndo adiante, subiu a um sicômoro para o ver, porque por ali havia de passar. E quando Jesus chegou àquele lugar, olhou para o alto e vendo-o ali lhe disse: — Zaqueu, desça depressa daí, porque importa que eu fique hoje em sua casa. Zaqueu desceu rapidamente e recebeu-o com alegria. Vendo isso, todos murmuravam, dizendo: Ele foi hospedar-se em casa de um homem de má vida. (Ver na introdução o item Publicanos.)

            Entretanto Zaqueu, apresentando-se diante do Senhor, disse-lhe: Senhor, eu dou aos pobres metade dos meus bens, e, se houver prejudicado a alguém, seja no que for, pago-lhe quatro vezes mais. Sobre o que Jesus lhe disse: Hoje entrou a salvação nesta casa, porque este é também filho de Abraão. Porque o Filho do Homem veio para procurar e salvar o que estava perdido (Lucas, 19:1-10).

 

16.4 Parábola do mau rico

 

            Havia um homem rico, que se vestia de púrpura e de linho, e que todos os dias se banqueteava magnificamente. Havia também um pobre de nome Lázaro, deitado à sua porta,  todo coberto de úlceras, e que desejava fartar-se das migalhas que caíam da mesa do rico, mas ninguém lhas dava; e os cães vinham lamber-lhe as chagas. Ora, aconteceu que esse pobre morreu e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão. E morreu também o rico, e teve o inferno por sepultura. E quando ele estava nos tormentos, levantou os olhos e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. E gritando ele  disse estas palavras: Pai Abraão, tem piedade de mim, e mande cá Lázaro, para que molha em água a ponta do seu dedo, a fim de me refrescar a língua, pois sou atormentado nesta chama.

            Mas Abraão lhe respondeu: Meu filho, lembra-se de que você recebeu os seus bens em sua vida, e de que Lázaro não teve senão males; por isso ele agora está consolado, e você em tormentos.

            Além disso, entre nós e você existe um grande abismo, de maneira que os que querem passar daqui para aí não podem, nem os daí passar para aqui.

            Disse o rico: Eu lhe suplico, então pai Abraão, que o mande à casa de meu pai, onde tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho destas coisas, e não suceda que venham também eles parar neste lugar de tormentos. Abraão lhe respondeu: Eles lá têm Moisés e os profetas;  que os escutem. Não, pai Abraão, mas se for a eles algum dos mortos, farão penitência. Abraão respondeu-lhe: Se eles escutam nem Moisés nem os profetas, também não acreditarão, ainda que ressuscite algum dos mortos. (Lucas, 16: 19-31).

     Tradução livre: Jorge Leite de Oliveira

    Currículo lattes:  http://lattes.cnpq.br/0494890808150275

      

quinta-feira, 17 de junho de 2021

 

A meditação como proposta para resolução de conflitos em um contexto democrático de exercício da cidadania

A meditação como proposta para resolução de conflitos em um contexto democrático de exercício da cidadania

O texto a seguir foi apresentado em forma de Comunicação Oral no V Congresso Nacional de Educação (CONEDU) em outubro de 2018, em Recife-PE

por Alexsandro M. Medeiros

lattes.cnpq.br/6947356140810110

Resumo

O surgimento das novas Tecnologias de Informação e Comunicação tem alterado profundamente as relações sociais e democráticas em nosso país. Os extraordinários avanços tecnológicos dos últimos anos vem transformando significativamente o panorama das modernas sociedades democráticas e o espaço virtual das redes sociais tem sido utilizado para ampliar o processo democrático, ao mesmo tempo em que tem sido alvo também de práticas antidemocráticas, que atingem e denigrem a figura do outro que não compartilha da mesma postura ideológica, caracterizadas por discurso de ódio, ataques pessoais e em alguns casos até xingamentos, quando as opiniões conflitam e divergem umas das outras. O que se pretende ressaltar, nesta comunicação, é a possibilidade de que a prática da meditação, com ênfase da meditação de atenção plena (mindfulness) possa oferecer aos novos cidadãos do século XXI a capacidade de se colocar de forma construtiva e dialógica na esfera pública política, manifestar e compartilhar suas ideias, opiniões e pensamentos, sem a necessidade de agredir o outro e sem ver o outro como um adversário que deve ser vencido a todo custo. Como metodologia utilizou-se a pesquisa exploratória e bibliográfica. A partir da pesquisa exploratória pudemos colher alguns dados relevantes que demonstram as práticas antidemocráticas através das redes sociais e, através da pesquisa bibliográfica sobre a prática da meditação mindfulness , defender a ideia de que a meditação possa ser uma técnica utilizada para resolução de conflitos no contexto democrático de exercício da cidadania.

Palavras-chave: Redes Sociais, Democracia, Conflitos, Meditação.

 

O texto completo da Comunicação está disponível nos Anais do Evento: A MEDITAÇÃO COMO PROPOSTA PARA RESOLUÇÃO DE CONFLITOS EM UM CONTEXTO DEMOCRÁTICO DE EXERCÍCIO DA CIDADANIA.

 

Espiritualidade e Política → A meditação como proposta para resolução de conflitos em um contexto democrático de exercício da cidadania


Leia mais: https://www.sabedoriapolitica.com.br/products/a-meditacao-como-proposta-para-resolucao-de-conflitos-em-um-contexto-democratico-de-exercicio-da-cidadania/

quarta-feira, 16 de junho de 2021

 

Cantinho da cultura filosófico espiritualista

O que percebeu Kardec nas manifestações dos Espíritos

                                                                                             Autor: D. Dinis





                Allan Kardec afirma que o Espiritismo é ciência experimental e de observação. Não é ciência positivista, pelo simples fato de que não se baseia em fenômenos de laboratório ou sujeitos a cálculos matemáticos. Sua realidade patenteia-se a cada um de nós com base na manifestação dos Espíritos, que têm livre-arbítrio, como qualquer pessoa encarnada.

         Daí se deduz que, assim como posso prometer visitar alguém e não aparecer no local da visita prometida, os Espíritos não se sujeitam às reproduções de suas manifestações, como ocorre com os elementos químicos e biológicos. A não ser que assim o queiram e, sobretudo, possam fazê-lo, o que depende das condições apropriadas para sua manifestação mediúnica.

         A diferença básica entre o Espírito (ser desencarnado e tido por morto) e a personalidade física (ser encarnado e tido por vivo) é que o primeiro possui um corpo espiritual (perispírito) e o segundo possui, além desse corpo espiritual, o corpo físico. As aquisições intelectuais e morais que o Espírito possui têm por base, principalmente, seus conhecimentos obtidos enquanto esteve encarnado.

         Conclui-se disso que o Espírito em grau menor de evolução não nos sabe transmitir nada que lhe tenha exigido conhecimentos mais elevados, por não lhe serem esses do seu interesse quando esteve encarnado e mesmo no plano espiritual. Outros há que não vão além do que seja do conhecimento acumulado pela ciência e filosofia terrenas e que era e continua sendo objeto de seus estudos e ocupações. Quanto aos mais adiantados, só nos podem transmitir aquilo que estamos em condição intelectual e moral de saber. Por isso é que Kardec faz a seguinte afirmação:

 

Um dos primeiros resultados que colhi das minhas observações, foi que os Espíritos, nada mais sendo do que as almas dos homens, não possuíam nem a plena sabedoria, nem a ciência integral. Que o saber de que dispunham se circunscrevia ao grau que haviam alcançado, de adiantamento, e que a opinião deles só tinha o valor de uma opinião pessoal. Reconhecida desde o princípio, esta verdade me preservou do grave escolho de crer na infalibilidade dos Espíritos e me impediu de formular teorias prematuras, tendo por base o que fora dito por um ou alguns deles.[1]

 

                Por esse motivo é que o Espírito Verdade, repetindo as palavras que o Cristo lhe transmitiu, aconselha-nos a, em primeiro lugar, nos amar; em seguida, nos instruir. Essas são as duas asas da evolução, que também atribuem a cada um aquilo que fez por merecer.

        

 



[1]Allan Kardec, in Obras póstumas. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 1. imp. Brasília: FEB, 2016. Segunda parte, p. 240- 241. A minha iniciação no Espiritismo.

 

terça-feira, 15 de junho de 2021

 

EM DIA COM O MACHADO 475:
Essência e consciência (Jó)

 



          Li ainda agora no site Quora esta bela história, que já conhecia de modo um pouco diverso, ou seja, ocorrido com um sábio oriental que foi questionado por seu discípulo, quando, ao tentar salvar da morte uma cobra, fora por esta picado. Ainda assim, vale a pela compartilhá-la com meus amáveis leitores. Em respeito aos autores anteriores, narrarei o caso em reprodução livre:

         Dois homens, que usavam roupas antichamas, tentavam apagar um incêndio em matagal, quando viram uma cobra cercada pelo fogo. Um deles, já idoso, atravessou o fogo rapidamente e segurou a cobra pela cabeça, o que não evitou que esta o picasse. Ainda assim, colocou a víbora fora de perigo e cuidou do ferimento provocado por ela sem maiores consequências para sua saúde.

         Vendo o que acontecera, seu companheiro mais jovem advertiu-o:

— Como você teve coragem de salvar aquele réptil? Não percebeu que ele o  picaria?

         O bondoso homem respondeu-lhe:

— Sei disso, como também sei que a natureza da cobra é picar, mas a minha é ajudar.

         Agora, reproduzo o que li, pela beleza do ensinamento, com pequenas correções formais:

 

Não mude sua natureza, se alguém lhe faz algum mal. Não perca sua essência; apenas tome precauções.

Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.

Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação, porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.

E aquilo que os outros pensam não é  problema seu, é problema deles!

        

         Concluo com a seguinte frase, parafraseada da obra Convivência, do Espírito Emmanuel, psicografada por Chico Xavier:

Podemos destacar-nos pelo que sabemos, mas valemos pelo que fazemos.

segunda-feira, 14 de junho de 2021

 Cantinho da poesia

Autor: Jorge Leite de Oliveira 

                                                          Atire a primeira flor
                                         
Ó linda alma sublimada,
Dona dum belo jardim,
Atire a primeira flor
Para florescer em mim.
 
Retribuirei com sorrisos
De gratidão mais sincera;
E Deus, dos Campos Elísios,
Florirá os céus com ela.
 
                        

                        Atire a primeira flor,
                        Aquela flor mais singela,
                        E seja donde ela for
                        Amor e paz saiam dela...
 
                        Atire a primeira flor,
                        A segunda, após, terceira...
                        E formarei um buquê
                        Com sua flor derradeira.
 
Atire do céu as flores
Enfeitando a Natureza,
Flores com e sem odores,
Enaltecendo a beleza.
 
Flores do nosso jardim
Florindo na madrugada:
Rosa, açucena, jasmim...
De pura essência sagrada.
 
                        Olhai os lírios dos campos,
                        Brilhando de intensa luz
                        Muito mais Deus ama tantos...
                        Assim falava Jesus.
 
                        Atire a flor mais brejeira
                        Em quem só lhe dá pedrada,
                        Pois não existe pedreira
                        Que não seja esfarelada.

Atire a flor mais faceira
Em gratidão à pedrada,
Pois da pedra da pedreira
É que se constrói estrada.

Porque, por fim, cada flor,
Bela, pura e perfumada,
Contrapõe ao ódio amor,
Divina essência sagrada.
 
                             

domingo, 13 de junho de 2021

 O Céu e o Inferno

 

Allan Kardec

Por Astolfo Olegário Oliveira Filho 

Parte 7

 

Continuamos o estudo metódico do livro “O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec, com base na 1ª edição da tradução de João Teixeira de Paula publicada pela Lake.

Este estudo será publicado sempre às quintas-feiras.

Caso o leitor queira ter em mãos o texto consolidado dos estudos relativos à presente obra, para acompanhar, pari passu, o presente estudo, basta clicar em http://www.oconsolador.com.br/linkfixo/estudosespiritas/principal.html#ALLAN e, em seguida, no verbete "O Céu e o Inferno”.

Eis as questões de hoje:

 

49. A perturbação é um fato frequente na transição da vida corporal para a vida espiritual?

Sim. Nessa transição a alma experimenta um torpor que paralisa momentaneamente suas faculdades, neutralizando, ao menos em parte, as sensações, de modo que ela, a alma, quase nunca testemunha conscientemente o derradeiro suspiro. Dizemos quase nunca porque há casos em que a alma pode contemplar conscientemente o desprendimento. A perturbação pode ser, pois, considerada o estado normal no instante da morte e perdurar por tempo indeterminado, variando de algumas horas a alguns anos, conforme o grau evolutivo do Espírito. (O Céu e o Inferno, Segunda Parte, cap. I, item 6.)

50. Qual é a causa principal da maior ou menor facilidade de desprendimento do Espírito desencarnante? 

A causa principal da maior ou menor facilidade de desprendimento é o estado moral da alma. A afinidade entre o corpo e o perispírito é proporcional ao apego à matéria, que atinge o seu máximo no homem cujas preocupações dizem respeito exclusiva e unicamente à vida e aos gozos materiais. Ao contrário, nas almas puras, que antecipadamente se identificam com a vida espiritual, o apego é quase nulo. No homem materializado e sensual, que mais viveu do corpo que do Espírito e para o qual a vida espiritual nada significa, nem sequer lhe toca o pensamento, tudo contribui para estreitar os laços materiais e, quando a morte se aproxima, o desprendimento, conquanto se opere gradualmente também, demanda contínuos esforços. As convulsões da agonia são indícios da luta do Espírito, que às vezes procura romper os elos resistentes, e outras se agarra ao corpo do qual uma força irresistível o arrebata com violência, molécula por molécula. (Obra citada, Segunda Parte, cap. I, itens 8 e 9.)

51. Como é a desencarnação do indivíduo muito apegado à vida material? 

Quanto menos vê o Espírito além da vida corporal, tanto mais se lhe apega e, assim, sente que ela lhe foge e quer retê-la; em vez de se abandonar ao movimento que o empolga, resiste com todas as forças e pode mesmo prolongar a luta por dias, semanas e meses inteiros. Nesse momento o Espírito não possui toda a lucidez, visto como a perturbação de muito se antecipou à morte; mas nem por isso sofre menos, e o vácuo em que se acha e a incerteza do que lhe sucederá agravam-lhe as angústias. Dá-se por fim a morte, e nem por isso está tudo terminado; a perturbação continua, ele sente que vive, mas não define se material, se espiritualmente. E luta, e luta ainda, até que as últimas ligações do perispírito se tenham de todo rompido. A morte pôs termo à moléstia efetiva, porém não lhe sustou as consequências e, enquanto existirem pontos de contacto do perispírito com o corpo, o Espírito ressente-se e sofre com as suas impressões. (Obra citada, Segunda Parte, cap. I, item 10.)

52. Qual é o estado do Espírito logo após a morte corporal? 

O estado do Espírito por ocasião da morte pode ser assim resumido: Tanto maior é o sofrimento quanto mais lento for o desprendimento do perispírito. A presteza desse desprendimento está na razão direta do adiantamento moral do Espírito. Para o Espírito desmaterializado, de consciência pura, a morte é qual um sono breve, isento de agonia, e cujo despertar é suavíssimo. (Obra citada, Segunda Parte, cap. I, item 13.)

53. Que nos recomenda o Espiritismo para aprimorar nossa alma e reprimir as más tendências trazidas do passado? 

Para que cada qual trabalhe na sua purificação, reprima as más tendências e domine as paixões, preciso se faz que abdique das vantagens imediatas em prol do futuro, visto como, para identificar-se com a vida espiritual, encaminhando para ela todas as aspirações e preferindo-a à vida terrena, não basta crer, mas compreender. Devemos considerar a vida debaixo de um ponto de vista que satisfaça ao mesmo tempo à razão, à lógica, ao bom senso e ao conceito que temos da grandeza, da bondade e da justiça de Deus. Considerado deste ponto de vista, o Espiritismo, pela fé inabalável que proporciona, é, de quantas doutrinas filosóficas que conhecemos, a que exerce mais poderosa influência. (Obra citada, Segunda Parte, cap. I, item 14.)

54. Um único meio existe para abreviar os sofrimentos dos Espíritos recém-desencarnados. Que meio é esse?

O arrependimento é o único meio de abreviar seus sofrimentos. E ele pode ser facilitado por meio da prece sincera, que provoca uma desagregação mais rápida do fluido perispiritual, e da evocação conduzida com sabedoria e prudência, com palavras de benevolência e conforto. Dessa maneira, combate-se o entorpecimento do Espírito, ajudando-o a reconhecer-se mais cedo e incutindo nele, se sofredor, o arrependimento. (Obra citada, Segunda Parte, cap. I, item 15.)

55. Que ocorreu a Sanson nos últimos momentos de sua existência corporal?

O próprio Sanson, em mensagem post mortem, disse ter conservado as ideias até o último instante. Quando já não mais via, pressentia. Toda a sua existência se desdobrou na sua memória e o seu último pensamento, a última prece, foi para que, uma vez no plano espiritual, pudesse comunicar-se mediunicamente. (Obra citada, Segunda Parte - SANSON, cap. II, item I, perguntas 7 e 8.)

56. Como os Espíritos felizes encaram a morte e a felicidade dos homens na Terra?

Eles a encaram sem temor algum. No caso de Sanson, ele se viu cercado de numerosos, bons e fiéis amigos e uma alegria sem par irradiava-lhes do semblante. “O que eu vi não tem nome na linguagem dos homens”, afirmou Sanson. E acrescentou: “Sabei que a felicidade, como vós outros a compreendeis, não passa de uma ficção. Vivei sabiamente, santamente, pela caridade e pelo amor, e tereis feito jus a impressões e delícias que o maior dos poetas não saberia descrever”. (Obra citada, Segunda Parte, cap. II - SANSON, item I, pergunta 9; e item II, pergunta 8.)

Observação: Para acessar a Parte 6 deste estudo, publicada na semana passada, clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2021/05/blog-post_06.html

Acesse quando quiser:  

1.  blog Espiritismo Século XXI – http://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com.br/

2.  revista O Consolador - http://www.oconsolador.com  

3.  editora EVOC - http://www.oconsolador.com.br/editora/evoc.htm  


sábado, 12 de junho de 2021

 


16.2 Guardar-se da avareza

 

         Então disse-lhe um homem do meio da multidão: Mestre, diga a meu irmão que reparta comigo a herança que nos coube. Porém Jesus lhe disse: Ó homem, quem me constituiu seu juiz ou para fazer suas partilhas? Depois lhe disse: Guarde-se e acautele-se de toda avareza, porque a vida de cada um não consiste na abundância das coisas que possui.  

         Em seguida, disse-lhe esta parábola: Havia um homem rico  de quem as terras tinham produzido extraordinariamente; e ele entretinha-se com estes pensamentos: Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos? E disse: Farei isto: derrubarei meus celeiros e os farei maiores; e neles recolherei todas as minhas novidades, e os meus bens. E direi à minha alma: Alma minha, tens muitos bens em depósito para largos anos; descanse, coma, beba, regale-se. 

    Mas Deus disse a esse homem: Insensato! esta noite virão demandar sua alma, e as coisas que você ajuntou, para quem serão? Assim acontece ao que entesoura para si mesmo, e não é rico perante Deus (Lucas, 12:13- 21).

    Tradução livre da 3.ª ed. francesa: prof. dr. Jorge Leite de Oliveira

    

  Rumo à perfeição   Em nossa luta contra o mal em nós, O mal que não queremos sobreleva Por nossa imersão em densa treva Desde o tempo de n...