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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017



APRENDENDO FRANCÊS COM O LIVRO DOS ESPÍRITOS

KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Evandro Noleto Bezerra da 1ª edição francesa. 1. ed. 1. imp. Brasília: FEB, 2013.

8ª AULA – 27/01/2017

8 Dieu est-il un être distinct, ou bien serait-il, selon l’opinion de quelques-uns, la résultante de toutes les forces et de toutes les intelligences de l’univers réunies, ce qui ferait de chaque être une portion de la divinité?
Orgueil de la créature qui veut se croire Dieu. Fils ingrat qui renie son père.
Dieu est un ètre distinct de tous les autres ètres. Voir Dieu dans le produit de toutes les forces réunies de l’univers serait nier son exitence, car il serait ainsi l’effet et non la cause.
L’intelligence de Dieu se révèle dans ses ouvres comme celle d’un peintre dans son tableau ; mais les oeuvres de Dieu ne sont pas plus Dieu lui-même que le tableau n’est le peintre qui l’a conçu et exécuté. Ce serait encore là prendre l’effet pour la cause.
8 Deus é um ser distinto, ou seria, segundo a opinião de alguns, a resultante de todas as forças e de todas as inteligências do Universo reunidas, o que faria de cada ser uma parcela da Divindade? (14)
Orgulho da criatura, que se julga o próprio Deus. Filha ingrata que renega o pai.

Deus é um ser distinto de todos os outros seres. Ver Deus na resultante de todas as forças reunidas do Universo seria negar sua existência; Ele seria então efeito, e não causa.
A inteligência de Deus se revela em suas obras como a de um pintor em seu quadro; mas as obras de Deus não são o próprio Deus, como o quadro não é o pintor que o concebeu e o executou. Seria ainda aqui tomar o efeito pela causa.


Dica: Selecione o texto em francês e cole-o no Google tradução, em seguida, clique no som, ouça e repita várias vezes a pronúncia em francês.

Obs.: o número entre parênteses corresponde ao da questão definitiva, publicada em mar. 1860, com 1019 questões e respectivas respostas.






APRENDENDO FRANCÊS COM O LIVRO DOS ESPÍRITOS

KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Evandro Noleto Bezerra da 1ª edição francesa. 1. ed. 1. imp. Brasília: FEB, 2013.

5ª AULA – 25/01/2017


5 Que penser de l’opinion qui attribue la formation  première  à une combinaison fortuite de la matière, autrement dit au hasard?

Autre absurdité! Quel homme de bon sens peut regarder le hasard comme um être inteligente?
Et puis, qu’est-ce que le hasard? Rien.

L’harmonie qui règle les ressorts de l’univers décèle des combinaisons et des vues déterminées, et par cela même révèle une puissance intelligente. Attribuer la formation première au hasard serait un non-sens, car le hasard est aveugle et ne pet produire les effets de l’intelligence. 
5 Que pensar da opinião que atribui a formação primeira a uma combinação fortuita da matéria, ou seja, ao acaso?

Outro absurdo. Que homem de bom senso pode considerar o acaso como um ser inteligente? E, além disso, que é o acaso? Nada!

A harmonia que regula as forças do Universo revela combinações e propósitos determinados e, por isso mesmo, denota um poder inteligente. Atribuir a formação primeira ao acaso seria um contrassenso, pois o acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz.



Dica: Selecione o texto em francês e cole-o no Google tradução, em seguida, clique no som, ouça e repita várias vezes a pronúncia em francês.

Obs.: o número entre parênteses corresponde ao da questão definitiva, publicada em mar. 1860, com 1019 questões e respectivas respostas.




APRENDENDO FRANCÊS COM O LIVRO DOS ESPÍRITOS

KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Evandro Noleto Bezerra da 1ª edição francesa. 1. ed. 1. imp. Brasília: FEB, 2013.

4ª AULA – 20/01/2017

4 Pourrait-on trouver la cause première de la formation des choses dans les propriétés intimes de la matière?
Mais alors quelle serait la cause de ces proprietés? Il faut toujours une cause première.

Attribuer la formation première des choses aux proprietés intimes de la matière, serait prendre l’effet pour la cause, car ces propriétés sont eles-mêmes um effet qui doit avoir une cause.

4 Poder-se-ia encontrar nas propriedades íntimas da matéria a causa primeira da formação das coisas?
Mas, então, qual seria a causa dessas propriedades? É preciso sempre uma causa inicial.
Atribuir a formação inicial das coisas às propriedades íntimas da matéria seria tomar o efeito pela causa, pois essas propriedades são, em si mesmas, um efeito que deve ter uma causa.




Dica: Selecione o texto em francês e cole-o no Google tradução, em seguida, clique no som, ouça e repita várias vezes a pronúncia em francês.

Obs.: o número entre parênteses corresponde ao da questão definitiva, publicada em mar. 1860, com 1019 questões e respectivas respostas.


Em dia com o Machado 247 (jlo)

Em 1990, coloquei a esposa, duas filhas e um filho (10, 6 e 4 anos) no fusquinha branco, que compramos, dez anos antes, quando nos casamos, e saímos de férias rumo à cidade de Barreiras-BA, onde anualmente visitávamos meus sogros. A cidade dista pouco mais de 600 km de Brasília.
Embora, à época o automóvel fosse ainda muito cobiçado por algumas pessoas, uma das quais meu concunhado, que, de vez em quando, me fazia uma proposta por ele, sempre recusada por mim, daquela vez o carro resolveu aprontar algumas peças conosco.
A primeira delas foi a de seu cabo do câmbio, que se soltou no meio da estrada. Ainda bem que conseguimos chegar a um posto de gasolina. Aos “trancos e barrancos”, mas chegamos... Então, paramos ali e ainda conseguimos um mecânico que soldou a peça...
Resolvido esse problema, rodamos mais uns 150 km quando, em local totalmente isolado, um pneu furou. Parei para trocá-lo, mas, de repente, vi aproximar-se uma caminhonete com três homens fortemente armados. Minha mulher desceu, preocupada, e os filhos ficaram dentro do fusca...
A caminhonete parou, e os homens desceram. Nesse momento, intimamente, comecei a orar e pensar: “É hoje que vamos ser assaltados. Com um pouco de sorte, ficarei totalmente ‘depenado’, com a esposa e os três filhos menores, a pé, nessa estrada isolada”.
Estávamos a uns 150 quilômetros de Barreiras quando isso ocorreu.
Para surpresa nossa, entretanto, os homens desceram, cumprimentaram-nos, respeitosos, e fizeram questão de trocar o pneu furado pelo estepe gratuitamente. Em seguida, recomendaram-nos providências para o reparo do pneu, tão logo fosse possível, e prometeram nos escoltar até a entrada na cidade, pois “aquele trecho de estrada era muito perigoso, com diversas crimes”.
Estávamos no lugar certo e na hora certa, ao contrário de muitos cidadãos que, na melhor da hipótese, são vítimas de assaltos em nossas inseguras estradas. Parodiando o poema de Carlos Drummond de Andrade, diríamos:

Tinha homens bons no meio da estrada;
No meio da estrada, tinha homens bons.
Jamais me esqueci desse detalhe, no campo de minhas retinas, agora cataratadas,
Jamais me esqueci que, no meio da estrada, tinha homens bons.
Tinha homens bons no meio da estrada. (Joteli)

Chegamos a Barreiras sãos e salvos e, após consertar o pneu furado, dias depois, voltei com a família a Brasília... no mesmo fusca. Depois, poupei meu concunhado de comprar aquela preciosidade. Reparei o automóvel da melhor forma possível e vendi-o para outro louco, como eu... louco por fusca.
Antes de vendê-lo, fui designado a participar de uma junta de seleção militar em Anápolis- GO, cidade que fica a cento e poucos quilômetros de Brasília. Na época, eu era sargento do Exército. Um tenente médico ia e voltava, corajosamente, comigo. Havia um trecho da estrada muito perigoso, cheio de curvas acentuadas.
Um belo dia em que eu voltava com o tenente, daquela cidade, empolgado pela confiança no fusca, no citado trecho de estrada, exagerei um pouco, na autoconfiança, ao deixar que o velocímetro ultrapassasse os 110 km/hora. Desesperado, o oficial gritou comigo para diminuir a velocidade, sendo atendido, mas nunca mais ele quis viajar comigo no fusca. Até hoje, não sei por quê...

Não à toa, diziam sobre três coisas que não eram... Das duas primeiras eu não me lembro, mas a terceira nunca me esqueceu: “fusca não é carro”.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017





APRENDENDO FRANCÊS COM O LIVRO DOS ESPÍRITOS

KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Evandro Noleto Bezerra da 1ª edição francesa. 1. ed. 1. imp. Brasília: FEB, 2013.

3ª AULA – 20/01/2017




3 Quelle conséquence peut-on tirer du sentiment intuitif que tous les hommes portent en eux-mêmes de l’existence de Dieu?
Que Dieu existe.
- Le sentiment intime que nous avons em nous-mêmes de l’existence de Dieu ne serai-il pas le fait de l’education et le produit d’idées acquises?
Si cela était, pourquoi vos sauvages auraient-ils ce sentiment?
Dieu a mis en nous-mêmes la preuve de son existence par le sentiment instinctif qui se trouve chez tous les peuples, dans tous les siècles et à tous les degrés de l’échelle sociale.
Si le sentiment de l’existence d’un être suprême n’etait que le produit d’un enseignement, il ne serait pas universel, et n’existerait, comme les notions des sciences, que chez ceux qui auraient pu rècevoir cet enseignement.



3 Que consequência se pode tirar do sentimento intuitivo, que todos os homens trazem em si, da existência de Deus?
Que Deus existe.
3a O sentimento íntimo que temos da existência de Deus não seria fruto da educação e das ideias adquiridas?
Se assim fosse, por que vossos selvagens teriam esse sentimento?

Deus pôs dentro de nós mesmos a prova de sua existência pelo sentimento instintivo que se acha entre todos os povos, em todos os séculos e em todos os graus da escala social.
Se o sentimento da existência de um ser supremo fosse apenas produto de um ensino, não seria universal e, como sucede com as noções científicas, só existiria nos que tivessem recebido esse ensino.






Dica: Selecione o texto em francês e cole-o no Google tradução, em seguida, clique no som, ouça e repita várias vezes a pronúncia em francês.



Obs.: o número entre parênteses corresponde ao da questão definitiva, publicada em mar. 1860, com 1019 questões e respectivas respostas.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017



Em dia com o Machado 246 (jlo)

Acabei de ler um artigo para o jornal A Tarde, escrito pelo grande tribuno e médium Divaldo Pereira Franco. O título do texto é Viagens. Em vida, fiz muitas dessas incursões pelos labirintos da mente, que relatei. Dali, extraí diversas excursões pelos mais remotos recantos da Terra. Estive na França, na Índia, visitei os EUA, passei pela Itália, Grécia, Roma; desci até a Venezuela, Paraguai, Uruguai, Argentina e confraternizei com nossos irmãos de além-mar lusitanos...
Tantas foram minhas viagens mentais, sem sair do lugar, que um dos teóricos de minha obra escreveu o livro intitulado O viajante imóvel (Luciano Trigo); outro descreveu O mundo de Machado de Assis (Miécio Táti); um grande teórico, também renomado advogado, meu admirador, relatou minhas acrobacias políticas em A pirâmide e o trapézio (Raymundo Faoro) e ainda foram proporcionadas viagens a este viajor mental com base nos Transportes pelo olhar de Machado de Assis (Ana Luzia Andrade). A relação é grande, mas o espaço é pequeno...
Em todas essas e outras obras, a bondade e a gentileza de seus autores estiveram presentes, relatando meus devaneios literários, ainda que, fisicamente, poucas vezes me afastei do Rio de Janeiro; quando isso ocorreu, meus limites ficaram circunscritos aos estados do Rio e Minas.
Agora, desta dimensão em que podemos nos transportar com mais liberdade ao interior das elucubrações mentais dos seres humanos como eu, percebo que há muitas teorias sobre o surgimento dos seres vivos e, em especial, do homem, na Terra. O grande problema é que se considera ciência, no mundo, apenas os estudos e as descobertas da Biologia, da Física e da Química. Fora do laboratório não há vida, para tais pesquisadores. Daí, tudo ser atribuído à matéria é outra viagem.
Entretanto, não há antropologista, filósofo, historiador, psicólogo ou sociólogo, entre outros pesquisadores bem-informados, os quais desconheçam que, em suas origens, o ser humano sempre acreditou na metafísica. No início, observando-se a si mesmo, bem como a natureza, com suas coisas e seres, este constatou que possuía uma alma e, como não conseguia entender as maravilhas e perigos da natureza, passou a cultuar suas coisas, fenômenos e seres. 
Era o animismo, pai de todas as religiões.
De dez a doze mil anos para cá, o homem teria evoluído tanto que passou a dominar muitos desses fenômenos, graças à sua inteligência e capacidade criativa únicas. É quando alguns, julgando-se mais espertos que os demais, começaram suas perquirições, criaram suas hipóteses e, com base nelas construíram teorias que, após algum tempo, são substituídas pelas de outros humanos, agora denominados cientistas, na presunção de explicar o inexplicável...
A mais aberrante teoria, que, ainda assim, é adotada por grande número de pesquisadores das citadas disciplinas, é a de que o pensamento se origina em nosso cérebro. Vinculada a ela, mas já em descrédito por muitos estudiosos sensatos, é a de que o cérebro humano, por sua complexidade neurológica, torna-nos mais inteligentes do que os outros animais. Entretanto, as comparações feitas entre o tamanho e a complexidade do cérebro humano com o dos demais animais não nos garantem ser essa a causa da superioridade propalada que, se nos permite projetar viagens a outros corpos astrais, também nos faz viajar a imensuráveis espaços metafísicos.
Então, volto a dizer a todos os pseudocientistas: suas especulações, com base na matéria, são incompletas, pois os elementos da natureza são Deus, espírito e matéria. Le première, Dieu est l’intelligence suprême, cause première de toutes choses; o segundo, o Espírito é o ser inteligente da criação; e o terceiro elemento, a matéria, nada mais é do que o “instrumento” utilizado pelo Espírito para exercer sua ação ou, na definição de outro espírito, “energia coagulada”.
— Meu caro Bruxo, que viagem!...
— É, meu amigo, mas esta vale a pena fazer. Comece pela leitura de O livro dos espíritos de Allan Kardec e você fará a mais extraordinária viagem, sem sair do lugar, ao menos fisicamente.

Merci beaucoup!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017




APRENDENDO FRANCÊS COM O LIVRO DOS ESPÍRITOS

KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Evandro Noleto Bezerra da 1ª edição francesa. 1. ed. 1. imp. Brasília: FEB, 2013.

2ª AULA – 16/01/2017




2 Où peut-on trouver la preuve de l’existence de Dieu?
Dans un axiome que vous appliquez à vos sciences: Il n’y a pas d’effet sans cause. Cherchez la cause de tout ce qui n’est pal’oeuvre de l’homme, et votre raison vous répondra.

Pour croire en Dieu il suffit de jeter les yeux sur les oeuvres de la création. 
L’univers existe, il a done une cause. Douter de l’existence de Dieu, serait nier que tout effet a une cause, et avancer que rien peut faire quelque chose.





2 Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus?
Num axioma que aplicais às vossas ciências: não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e vossa razão responderá.


Para crer em Deus basta lançar os olhos sobre as obras da Criação. 
O Universo existe, logo tem uma causa. Duvidar da existência de Deus seria negar que todo efeito tem uma causa e avançar que o nada pôde fazer alguma coisa.













Dica: Selecione o texto em francês e cole-o no Google tradução, em seguida, clique no som, ouça e repita várias vezes a pronúncia em francês.

Obs.: o número entre parênteses corresponde ao da questão definitiva, publicada em mar. 1860, com 1019 questões e respectivas respostas.

  Rumo à perfeição   Em nossa luta contra o mal em nós, O mal que não queremos sobreleva Por nossa imersão em densa treva Desde o tempo de n...