Alma querida, eu estava refletindo
na teoria positivista, que tudo atribui às leis da matéria, quando levei um
susto. À minha frente, apareceu o Espírito Augusto dos Anjos, que me disse, em
versos, o seguinte:
Era meia-noite, e eu acabara de
adormecer. Acordei assustado e não mais o vi. Então, fui à estante dos meus
livros, abri a obra Parnaso de Além-Túmulo e, dentre outros poemas do
Espírito Augusto, lá estava este soneto, cujo título é Ao homem.
Acredite se quiser.
Saúde, paz e luz!
[1]In: XAVIER,
Francisco Cândido. Parnaso de Além-Túmulo. 19. ed. 6. imp. Brasília: FEB,
2019.
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